Opiniões

Postado por: admin | Opiniões | segunda-feira 20 setembro 2010 14:53

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Carne – importância na dieta

Postado por: admin | Carnes,Curiosidades | sexta-feira 3 setembro 2010 19:05

A importância da carne na dieta humana é muito maior do que se imaginava. Não apenas para a nutrição, mas em relação à própria evolução da espécie. Um estudo que acaba de ser divulgado pela Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, revela que os ancestrais do homem moderno passaram a viver mais depois que começaram a comer carne.

De acordo com os pesquisadores envolvidos no estudo, o ganho se deu na forma do desenvolvimento de genes que se sobrepuseram ao aumento nos níveis de colesterol e a outros problemas de uma dieta rica em carne. “Em algum momento, provavelmente há 2,5 milhões de anos, o consumo de carne se tornou importante para os humanos e, quando isso ocorreu, tudo mudou”, disse Craig Stanford, diretor do departamento de antropologia da universidade norte-americana. O estudo feito por Stanford e o colega de departamento Caleb Finch foi publicado na The Quarterly Review of Biology.

“A carne contém colesterol e gordura, sem falar de parasitas potenciais e doenças”, disse Stanford. “Nós acreditamos que os humanos evoluíram de modo a resistir a todos esses fatores prejudiciais. Uma doença como a da vaca louca, por exemplo, teria dizimado o homem se não tivéssemos desenvolvido genes tolerantes à carne.”

Se o homem desenvolveu genes para compensar a mudança para uma dieta rica em carne, por que tantos sofrem hoje em dia com problemas relacionados ao colesterol alto e a doenças vasculares? A resposta, dizem os cientistas, é simples: falta de exercícios e de moderação.

A mudança de dieta se deu num tempo em que a população era dominada por caçadores, cujo nível de atividade física era muito maior do que a maioria de nós jamais poderia imaginar”, disse Finch. “A pergunta a ser feita, então, é se o homem hoje, com seu estilo de vida sedentário, continua com alta tolerância a uma dieta rica em carne.”

“Nossos ancestrais, por exemplo, comiam ovos apenas na primavera, quando estavam disponíveis. Também consumiam por vários meses um único animal que haviam caçado. Hoje, vamos ao supermercado e compramos quanta carne e gordura queremos”, disse Stanford. “Acho que podemos tirar uma lição disso tudo: comer carne é bom, mas sem exageros e com exercícios físicos.”

Fonte: www.copacabanarunners.net

Churrasco – 10 dicas de ouro

Postado por: admin | Carnes | sexta-feira 3 setembro 2010 18:11

1.A carne deve ser selada, ou seja, tostadarapidamente em toda a superfície para que os sucos permaneçam nela.
2.Comece a grelhar a carne na parte mais quenteda churrasqueira, tostando de todos os lados. Depois, na parte do braseiromenos intenso, asse-a até chegar ao ponto desejado.
3.A gordura, principalmente no caso da picanha,fica para cima. Só no fim é que deve ser virada para derreter.
4.Para descobrir o ponto da carne sem cortar,pressione-a com as costas de um garfo. Regra geral: quanto mais macia, menospassada; quanto mais firme, mais passada.
5.Nas carnes em postas, não saia do lado dachurrasqueira em hipótese alguma. Se descuidar, passa do ponto.
6.A brasa é linda, mas traiçoeira: pode apagarou, se pingar gordura derretida, virar labareda e queimar a carne.
7.Para apagar o fogo de vez, use as cinzas dochurrasco anterior.
8.Para reavivar a chama, basta mexer um pouco comum pedaço de pau, que a cinza cai e a brasa fica mais forte.
9.Carnes marinadas devem ser regadas com o molhodo tempero durante o preparo. As que forem temperadas com sal grosso devem tero excesso removido antes de serem colocadas na grelha.
10. Não salgue carnes com antecedência. O salfacilita a exsudação, tornando a carne mais seca. 
 
Fonte: FRIBAL Franchising

Tradicionalismo

Postado por: admin | Curiosidades | sexta-feira 3 setembro 2010 18:10

 
Nas fundas estradas dobradas sobre as coxilhas, cruza a paciência ruminante dos mansos, que buscam compreender sozinhos a terra afundando as raízes…

Usos e costumes que surgem junto com o tempo, com os marcos, com os fatos que transcendem a nossa história.

História que será contada nestes e outros tantos encontros que teremos … e para falarmos em história precisamos nos localizarmos no espaço geográfico onde tudo começou…

Aqui…no Rio Grande do Sul…onde os retratos, presos às paredes rudes, testemunham o tempo nas molduras ovais empalidecendo o que restou dos ancestrais…

As lagoas que são tão lindas que a inveja das coxilhas não lhes permite alcançar as sangas.
Aqui…ainda se preserva o cunho inconfundível da raça campeira; o que a maioria das pessoas já perdeu, nós guardamos com orgulho porque temos origem, história e a verdade iluminada em cada retina.

Aqui…não nos assusta e tampouco negamos o progresso, porém, o que não queremos, não aceitamos e repudiamos é a transformação moral do ser humano; a degradação inconteste dos bons costumes e do respeito.

Aqui, os cavalos, mais que simples animais, que parceiros de árdua lida, são quase irmãos ou mais; quando muitos nasceram, os cavalos daquele tempo, trotearam e galopearam as distâncias suadas e aflitas entre os varais das aranhas, trazendo as parteiras para presentearem a vida.

Nós temos história e uma luta em que estamos empenhados desde que nascemos, por isso, o nosso lugar é aqui, onde podemos ainda, estender a vista e enxergar a distância escondida no horizonte pintado de campo e céu e, onde Deus atou à saga os sonhos dos que aqui nos deixaram razões de ser e estar.

Uma Raiz baseada na originalidade, essência e simplicidade rudimentar do homem do Campo… onde o progresso e o tempo mataram muitos rebanhos e as comparsas de esquila a martelo, o brete, o rodeio e as marcações porteira a fora já não são partes de um cotidiano…

O caminhão matou o tropeiro…
O rádio emudeceu as vitrolas…

Mas nós homens e mulheres sabemos que o nosso lugar é aqui…cheirando o campo e podendo vislumbrar em cada amanhecer a paz da querência e ouvir em cada canto de sabiá ou grito de quero-quero a voz dos nossos avós e pais dizendo que este pago nos pertence…
Não somos assim por espetáculo ou porque estudamos que um dia fora assim no passado, mas sim, porque foi desta forma que crescemos… com tudo em volta: a paz da querência, os bem-te-vis como canto matinal, as sombras valorizando os sóis, galpões, lidas campeiras…com a igualdade transcrita desde o mais humilde ao mais abastado, respeitando-nos como seres civilizados que desejam conviver com a harmonia de nossas belezas e de nossa história…

Luciana Halfen Bonilha
Tradicionalista

O churrasco desde a Pré História

Postado por: admin | Curiosidades | sexta-feira 3 setembro 2010 18:08

 
A carne é o alimento que tem acompanhado a evolução do homem desde a época em que ele habitava as escuras cavernas. Nos primeiros tempos, a alimentação humana era essencialmente vegetariana, baseada principalmente no consumo de frutos e de algumas folhas. Mas, uma vez experimentada, a carne incorporou-se definitivamente aos hábitos alimentares da espécie humana. Depois da descoberta desse sabor, qualquer animal que andasse por cima da terra, cruzasse os ares ou deslizasse sob as águas dos rios era prenúncio de um farto banquete.

Para isso, esse ancestral do Homo sapiens saía à caça munido de paus e pedras ou de uma arma que, naquela época, era o que havia de mais avançado em termos de tecnologia: a lança de pau com ponta de pedra afiada. Essas batalhas diárias pela sobrevivência, travadas com as feras, garantiram a perpetuação da espécie e contribuíram para a sua evolução até os nossos dias.

Os primeiros nacos de carne saboreados pelo homem foram “in natura”, ou seja, crus e cheirando a sangue. O único referencial que os candidatos a “gourmet” daqueles tempos possuíam era a prática observada entre os outros animais carnívoros, que, além de serem os seus primeiros “professores gastronômicos”, também engrossavam o cardápio dos humanos. A tradição culinária de comer carne crua é mantida ainda hoje pelos esquimós, que assim degustam a carne de foca, e por algumas comunidades árabes, que ingerem crua a carne de cordeiro.

Assim se alimentou a humanidade por muito tempo até que foi descoberto o fogo, elemento natural que mudou radicalmente a vida de todos os que passaram a dominá-lo e a usufruir de sua força transformadora. Inicialmente, ele só servia para aquecer durante o inverno e para afugentar as feras que queriam fazer do homem o seu prato predileto.

Mas, num belo dia, por acaso, como ocorreram quase todas as grandes descobertas da humanidade, alguém resolveu chamuscar as carnes que tinha acabado de caçar. O resultado não podia ter sido melhor, pois, além da considerável melhora no sabor, foi possível perceber que, nos dias seguintes, o assado continuava bom para o consumo, não se deteriorando tão rapidamente como a carne crua. Esse assado é o ancestral do churrasco, que pode ser considerado o mais antigo dos pratos da culinária mundial.

Outro fator que contribuiu para incrementar essa mudança nos hábitos alimentares dos nossos antepassados foi a domesticação de rebanhos bovinos, suínos, caprinos e ovinos, o que garantiu o abastecimento seguro de carne. Assim, o homem deixou de ficar na dependência da sorte em suas caçadas. 
 
Fonte: Sic.org.br

Harmonizando

Postado por: admin | Harmonizando | segunda-feira 9 agosto 2010 18:41

Grelhadas e servidas com molhos leves:
Combinam com tintos jovens ou espumantes.

Grelhadas e servidas com molhos fortes:
Pedem tintos maduros, de corpo médio à robusto.

As carnes de caça:
Vão bem com os tintos encorpados.

Carnes próximas ao osso (costelas e prime ribs):
Por seu sabor e suntuosidade são um casamento perfeito com os vinhos de uvas Malbec e Cabernet Sauvignon, de preferência as que tenham de médio corpo a encorpados.

Cordeiro assado:
Os vinhos feitos com a uva Shiraz, de corpo médio ou encorpado são uma boa indicação.

Carne de porco:
Além de combinar com tintos complexos como os da uva Pinot Noir, pode cair muito bem com um branco, como os da uva Riesling.